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15
Mai
2018

Resíduos Têxteis

 

O descarte inadequado de resíduos têxteis e o modo como indústrias de confecção lidam com o acúmulo do mesmo, são eventos cada vez mais comuns nos centros urbanos brasileiros em consequência do processo de industrialização e produção em escala. O planejamento do uso de técnicas integradas para reduzir o desperdício ou mesmo, evita-lo, pode minimizar a ocorrência de tais eventos e os danos a eles associados. O estudo dos males causados ao meio ambiente, interfere no modo como as empresas organizam seus meios produtivos, associando assim alternativas para reutilizar ou mesmo reciclar tais materiais, de modo a prologar seu ciclo de vida.

 

O desenvolvimento sustentável baseia-se no modo como as empresas se posicionam perante o meio ambiente e a sociedade, tomando medidas de prevenção aos males causados à natureza. O esgotamento de matérias-primas ou substâncias que estão presentes no processo de fabricação, também faz parte da visão empresarial que se deve ter a partir da criação de produtos. Utilizar fontes renováveis e reduzir insumos são estratégias básicas que qualquer indústria deveria levar em consideração, inserindo novas tecnologias que possam auxiliar a abrandar perdas futuras do ecossistema.

 

Todo material derivado de sobra e resto de uma produção, que não possui mais utilidade após determinado processo e que, geralmente são descartados e tratados como indesejáveis por muitas empresas, denomina-se resíduo. A forma de destarte deve ser estudada para evitar impactos causados ao meio ambiente, influenciando diretamente na saúde do ser humano quanto à contaminação em ambientes urbanos, em rios e no ar. A geração de resíduos acaba sendo um fenômeno inevitável para as indústrias de confecção, podendo variar em escala produtiva e em classificação de tecidos e ou aviamentos.

 

Diante da necessidade em regulamentar a gestão desses resíduos, foi criada a Lei 12.305, de 2 de agosto de 2010, a partir da qual, as empresas que os geram devem adotar meios de destinação correta para os mesmos. No Brasil, a preocupação com os descartados ainda é incipiente, há falta de mecanismos facilitadores para processos de reutilização e reciclagem têxteis, e com isso grande parte destes tem como destino final os aterros sanitários, lixões e a incineração.

 

Atualmente cerca de 170 mil toneladas de resíduos têxteis são descartadas no meio ambiente e, somente 36 mil toneladas são reaproveitadas. O restante é direcionado para locais impróprios. As empresas descartam, em média, mais de 41kg semanalmente de resíduos têxteis nos setores de corte e encaixe, sendo que o destino final pode ser: a passagem a terceiros (como empresas locais que dão destinação adequada aos resíduos), a utilização das sobras em outras coleções, a doação a entidades, jogar em aterros ou até incinerar.

 

Há muitas empresas de reciclagem que transformam resíduos têxteis em novos produtos.

A Movida busca também ser conhecida por seu engajamento em contribuir com a redução dos resíduos têxteis nos aterros sanitários, de forma econômica, gerando emprego e renda, criando novos produtos, soluções, usabilidade e preservando o meio ambiente.

 

Diante disso, contamos com parceiros como a Badu Design, projeto social criado e dirigido por Ariane Santos, que leva aos consumidores produtos de papelaria, presentes e organização feitos à mão por mulheres em vulnerabilidade social, utilizando resíduo têxtil.

 

Se você deseja contribuir para mudar este panorama em Curitiba, pode entrar em contato com:

 

Badu Design (Ariane Santos): http://badudesign.com.br/index.html 41 9 9600-7308 / 9 8503-5808 

Banco de Tecido (Kamila Olstan): http://bancodetecido.com.br/unidades/ 41 9 9256-5934 

Contato

Eurides Cunha, 18 . Água Verde
80.320-010 . Curitiba . Paraná . Brasil
Fone: (41) 3244-4142

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